VITA — ROTEIRO DE REVISÃO DE PEÇAS
Edição 2

Cada nova peça passa por três leituras: estratégia de marketing e copy; direção de arte; linguagem em saúde. O objetivo é comunicar o valor real de Vita com clareza e preservar sua identidade.

1. ESTRATÉGIA E COPY
Qual necessidade a peça ajuda a entender? O benefício está concreto? O texto explica o que faz Vita ser específico do XRESET? A identificação como IA está clara? O convite corresponde ao destino e à disponibilidade real?
Assinatura: Vita — a inteligência do XRESET, em diálogo.
Escopo: IA especializada no método, conectada ao contexto do resultado.
Evitar resumir a proposta a “assistente conversacional”.

2. DIREÇÃO DE ARTE
O rosto é o da referência aprovada? O gesto participa da ideia? Capacete, olhos, traje, materiais e proporções permanecem coerentes? A hierarquia permite ver Vita e ler a mensagem? O logo nominal oficial foi aplicado como arquivo separado? O recorte funciona em fundo claro e escuro, em desktop e celular?

3. LINGUAGEM EM SAÚDE
A peça distingue resultado do XRESET de diagnóstico clínico? A especialização se refere ao método, sem sugerir título profissional? A linguagem considera as condições de trabalho além de escolhas individuais? O texto evita promessas de prevenção, cura, tratamento ou segurança garantida? As demonstrações preparadas estão identificadas? A pose com coração permanece em contexto de apoio humano e limites, sem oferta comercial adjacente?

4. EVIDÊNCIA E REGISTRO
Conferir cada alegação técnica na versão apresentada. Código existente, planejamento e recurso disponível são estados distintos. Histórico na mesma conversa não comprova memória entre visitas. Recuperação de materiais não garante ausência de erro. Registrar a peça, revisão, mudanças e responsável pela liberação.

5. USO DE AGENTES DE IA
Agentes podem revisar estratégia, copy, arte e terminologia, com referência em boas práticas editoriais. Eles não são funcionários da Meta nem profissionais licenciados. Não anunciar essa revisão como endosso institucional ou validação clínica. Alegações clínicas exigem evidência pertinente e revisão profissional apropriada.

REFERÊNCIAS EDITORIAIS
How We Designed Muse, Meta — estrutura narrativa e explicação de mecanismos: https://introducing.muse.ai/
OMS, Mental health at work — contexto e condições de trabalho: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/mental-health-at-work
CFP, posicionamento sobre IA na prática psicológica — fronteira entre apoio tecnológico e atuação profissional: https://site.cfp.org.br/cfp-divulga-posicionamento-sobre-inteligencia-artificial-no-contexto-da-pratica-psicologica/
As fontes orientam a revisão; não endossam o produto.
